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Lego se mantem na vanguarda da sustentabilidade e espera ser 100% sustentável até 2030

Em junho de 2015 a Lego anunciou que iria investir um bilhão de coroas dinamarquesas em seu centro de materiais sustentáveis com o intuito de desenvolver, até 2030, alternativas sustentáveis para o ABS utilizado em seus famosos tijolinhos.

A presidência da empresa acredita que existem diversas alternativas a serem exploradas, desde bioplásticos até a utilização de resinas recicladas. Afirma também que o processo é lento, e irá se aperfeiçoar ao longo dos anos até atingir o ápice esperado para o ano de 2030.

Além do planejamento para a mudança da matéria prima de seus produtos, a Lego investe também em parques eólicos e pretende aumentar o uso de energia renovável em suas plantas produtivas até o ano de 2020. Investimentos também são feitos em novas injetoras, mais eficientes e as antigas são constantemente revisadas e aprimoradas para produzirem mais por metro quadrado. Os esforços da empresa já aumentaram a eficiência energética da empresa em 14%.

A tarefa de encontrar materiais alternativos não é fácil, o desafio penetra em características microscópicas do material uma vez que parâmetros de compressibilidade e resistência tem que se manter no padrão da marca. A empresa tem consciência que esta não é uma jornada individual, e por isso vem buscando ajuda de universidades e procurando firmar parcerias com novos fornecedores e alguns pequenos empreendedores.

Por enquanto, pequenas ações já vêm sendo tomadas, como a diminuição das embalagens, o que já poupou mais de 7000 toneladas de papel cartão, estima a empresa.

Fonte: MaxiQuim

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