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Pesquisa aponta que indústria investirá mais em inovação neste ano

Os investimentos em 2016 feitos pelas indústrias de grande porte, que têm 250 ou mais empregados, estarão voltados, principalmente, para a inovação. Entre as que pretendem investir, 46% privilegiarão a melhoria ou a introdução de novos processos e 18% o desenvolvimento de produtos. As informações são da última pesquisadivulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

“Os investimentos em inovação são importantes para o País sair da crise porque aumentam a produtividade e modernizam as empresas”, avalia o gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. O aumento da capacidade instalada está nos planos de apenas 20% das indústrias, o menor percentual da série da pesquisa.

Além disso, os planos das empresas para 2016 preveem o aumento dos investimentos destinados a atender o mercado externo. O número de empresas cujo foco principal dos investimentos é o mercado interno caiu de 68% em 2015 para 62% neste ano. “A experiência de uma fraca demanda doméstica, aliada a uma expectativa ainda pessimista, estimula a indústria a procurar o mercado externo”, diz o estudo.

Frustração

Conforme a pesquisa, muitas empresas suspenderam os planos de investimentos no ano passado. O número de empresas que investiu em 2015 foi de 74%, o menor desde 2010. Mais da metade – 58% – não cumpriu os projetos como estava planejando. “A principal razão apontada para a frustração dos planos de investimentos foi a incerteza econômica”, informa a CNI.

A elevada ociosidade, a reavaliação da demanda e o custo do crédito também estão entre as maiores razões para 2016 seguir com a redução de investimentos feito pelas indústrias de grande porte. Conforme o estudo, apenas 64% dessas empresas pretendem investir neste ano, o menor número desde 2010.

Entre as que têm planos de investimentos, 67% pretendem tocar projetos já em andamento e 33% planejam iniciar novos empreendimentos. Em 2010, ano em que o levantamento começou a ser feito, esse número era de 48%.

Fonte: Agência Gestão CT&I, com informações da CNI

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