[Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ] [Escola de Química - UFRJ]
DIRETO DO BLOG
Lançamento em breve do livro "Catalisando a Economia Circular"!
DIRETO DO BLOG
A Economia Circular no Cenário do COVID-19
DIRETO DO BLOG
Chemical Leasing,
um olhar na Química Verde e na Sustentabilidade
DIRETO DO BLOG
Chemical Leasing,
um olhar na Química Verde e na Sustentabilidade
DIRETO DO BLOG
Núcleo de Estudos Industriais e Tecnológicos - UFRJ

centro de excelência na área de Gestão da Inovação, Inteligência Competitiva,
Prospecção Tecnológica e Monitoramento Tecnológico e Mercadológico

DIRETO DO BLOG
O Setor de Borracha na Economia Circular
DIRETO DO BLOG
Políticas públicas voltadas para Economia Circular:
Um olhar sobre as experiências na Europa e na China
DIRETO DO BLOG
Iniciativas de Economia Circular na Indústria do Aço
DIRETO DO BLOG
Potencial do Biogás no Gerenciamento de Resíduos
e Sua Inserção na Economia Circular
DIRETO DO BLOG
Cadeias Produtivas e Governança
no Contexto da Economia Circular
DIRETO DO BLOG
Uma Visão dos Modelos de Negócios Circulares
DIRETO DO BLOG
Princípios, perspectivas e aplicação
do Chemical Leasing nos processos
de produção visando a sustentabilidade
DIRETO DO BLOG
A Economia Circular Além dos Horizontes
DIRETO DO BLOG
Logística Reversa na Economia Circular
DIRETO DO BLOG
A Simbiose Industrial além das fronteiras
previous arrow
next arrow
Slider

Raízen e WX anunciam joint venture para comercialização de energia elétrica

A Raízen anunciou ontem (8) a criação de uma joint venture com a comercializadora WX Energy. Segundo a companhia, isso fortalece sua atuação no mercado livre de energia, em linha com a estratégia de ampliação de negócios para sua consolidação como player integrado de energia.

No novo negócio, a Raízen aportará sua posição no mercado, com ampla carteira de clientes, força comercial e financeira. Já a WX Energy traz consigo uma mesa de trading em operação e expertise na análise fundamentalista de preços. “Juntas, as duas companhias consolidam um modelo que permitirá a criação de soluções integradas e customizadas para os diferentes perfis de clientes no setor, acelerando a curva de crescimento e contribuindo para a competitividade de um mercado em ascensão”, afirma a Raízen em nota.

A joint venture terá participação majoritária da Raízen, enquanto a operação da empresa continua a cargo da equipe da WX. A Raízen, que já é líder na geração de bioeletricidade a partir da biomassa – com 26 unidades autossuficientes em energia, sendo que 13 produzem excedente exportado para o grid –, terá uma opção para distribuição de sua energia excedente, em especial a geração de energia incentivada.

“É uma forma de nos aproximarmos ainda mais de nossos clientes, porque evoluímos de geradores para comercializadores, atuando de forma direta e competitiva no mercado de energia elétrica, agregando ao nosso portfólio e aumentando nossa oferta de soluções energéticas integradas”, explica João Alberto Abreu, vice-presidente executivo de etanol, açúcar e bioenergia.

Conforme a Raízen, o mercado livre já representa 28% da energia elétrica comercializada no país e deve dobrar de tamanho nos próximos anos.

Segundo o relatório Energy Outlook, de julho de 2017, o setor deve receber 26 bilhões de dólares em investimentos no Brasil até 2040. Junto com a geração eólica e solar, a biomassa deve ser um dos tipos de energia que mais vai se desenvolver nos próximos anos.

Atualmente, o volume de bioeletricidade gerado pela Raízen é suficiente para abastecer uma cidade com até 10 milhões de habitantes.

A empresa parceira
A WX Energy foi fundada em 2014 por profissionais do setor elétrico com o objetivo de prover liquidez para geradores e consumidores no mercado livre de energia e estabelecer relações comerciais transparentes e duradouras com parceiros de negócios. A empresa atua no mercado livre com contratos de energia de curto, médio e longo prazo, contratos atrelados ao preço spot da energia, contratos de swap de fonte, contratos de opção, e operações estruturadas envolvendo diferentes fontes de energia.

“A WX Energy vem investindo na formação de uma equipe de primeira linha, altamente especializada. Construímos um forte background no trading de energia, aumentamos a liquidez da empresa e operamos mais de 4,4 TWh no ano de 2017”, contextualiza Daniel Sica, sócio da WX Energy.

“Apostamos no crescimento do mercado livre. O momento demanda a ampliação da capacidade de fazer negócios. Vamos desenhar produtos aliando solidez financeira à expertise técnica”, complementa Luiz Henrique Macêdo, também sócio da companhia.

REDES SOCIAIS_