[Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ] [Escola de Química - UFRJ]
DIRETO DO BLOG
A Economia Circular no Cenário do COVID-19
DIRETO DO BLOG
Chemical Leasing,
um olhar na Química Verde e na Sustentabilidade
DIRETO DO BLOG
Chemical Leasing,
um olhar na Química Verde e na Sustentabilidade
DIRETO DO BLOG
Núcleo de Estudos Industriais e Tecnológicos - UFRJ

centro de excelência na área de Gestão da Inovação, Inteligência Competitiva,
Prospecção Tecnológica e Monitoramento Tecnológico e Mercadológico

DIRETO DO BLOG
O Setor de Borracha na Economia Circular
DIRETO DO BLOG
Políticas públicas voltadas para Economia Circular:
Um olhar sobre as experiências na Europa e na China
DIRETO DO BLOG
Iniciativas de Economia Circular na Indústria do Aço
DIRETO DO BLOG
Potencial do Biogás no Gerenciamento de Resíduos
e Sua Inserção na Economia Circular
DIRETO DO BLOG
Cadeias Produtivas e Governança
no Contexto da Economia Circular
DIRETO DO BLOG
Uma Visão dos Modelos de Negócios Circulares
DIRETO DO BLOG
Princípios, perspectivas e aplicação
do Chemical Leasing nos processos
de produção visando a sustentabilidade
DIRETO DO BLOG
A Economia Circular Além dos Horizontes
DIRETO DO BLOG
Logística Reversa na Economia Circular
DIRETO DO BLOG
A Simbiose Industrial além das fronteiras
previous arrow
next arrow
Slider

Suape (PE) poderá ter plataforma de biocombustíveis para produzir isobutanol

30/01/2017 – O Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Pernambuco (Sindaçúcar-PE), em parceria com a Copergás e a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente, está estudando a implantação de uma plataforma de biocombustíveis no Complexo de Suape. Um dos Clipping objetivos é a produção do isobutanol, um álcool de quatro carbonos que pode substituir o uso da gasolina em veículos e ser usado como combustível de aviação. A tecnologia já está em uso nos Estados Unidos e o Brasil tem interesse em replicar.

“Com a plataforma em Suape, Pernambuco poderá sair na frente nos estudos e na produção de um combustível mais avançado e com melhor eficiência energética. Nos Estados Unidos a empresa Gevo desenvolveu uma tecnologia de produção direta do isobutanol, por fermentação direta, e produz simultaneamente ao etanol convencional (dois carbonos), em sua planta de Luverne, em Minnesota”, destaca o presidente do Sindaçúcar, Renato Cunha.
Os estudos fazem parte da tendência mundial de tentativa de redução das emissões de gases. Atualmente, só os aviões são responsáveis por 2% das emissões mundiais. Se nada for feito, o crescimento da aviação internacional poderá fazer esse percentual explodir nos próximos anos. Na avaliação de Cunha, a produção do isobutanol abre uma boa oportunidade de mercado para o etanol de cana e de milho, além contribuir para a reduzir as emissões de gases do efeito estufa na aviação. Hoje o setor consome cerca de 300 bilhões de litros de combustível por ano.
“Esta deveria ser uma área que os ministérios de Minas e Energia (MME) e Ciência e Tecnologia poderiam ajudar o setor sucroenergético, incentivando e formando parcerias com instituições e empresas, brasileiras e americanas, que pudessem desenvolver tecnologias objetivando a gradual destinação do etanol, ou seus derivados, para substituição e/ou adição aos combustíveis de aviação. É um mercado de mais de 300 bilhões de litros por ano e, uma participação de apenas 10% na mistura, já iria consumir cerca de 30 bilhões de litros de etanol ou derivados. Os americanos do milho também devem ter um interesse grande neste assunto, já que nós e eles somos os únicos produtores relevantes de etanol no mundo”, reforça Cunha.

 

Fonte: União dos Protetores de Bioenergia – UDOP

REDES SOCIAIS_