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Até 2020, 23% da energia de Salta será renovável


 
A Argentina tem sua matriz energética fortemente ligada aos combustíveis fósseis (gás, combustível, diesel e carvão). De salto, com uma capacidade de geração de 1.200 megawatts (MW) concentradas principalmente em dois grandes centrais eléctricas que operam com gás, de plantas de energia térmica Güemes (CTG) e TermoAndes, não é excepção na tabela tentar inverter com Plano Energias Renováveis ​​(RenovAr).

O referido programa nacional prevê uma participação crescente de energias renováveis ​​que deverá atingir 20% em 2025.

Esse objetivo é um dos compromissos assumidos pela Argentina na última cúpula sobre mudanças climáticas em Paris. Para atingir a meta, os investimentos de cerca de 15.000 milhões de dólares serão necessários nos próximos oito anos para construir e implementar projetos de geração limpa, que começou a ganhar em sucessivas rodadas de licitação resolvidos pelo Ministério da Energia da Nação desde o final de 2016.

A usina fotovoltaica que irá começar a construção em Cafayate e dois parques com o início do fim programado do ano em obras San Antonio de los Cobres fazem parte do programa terá 280 megawatts de energia renovável gerada em Salta, no início de 2020, de acordo com as últimas previsões que a Canadian Solar e a Neoen comunicaram aos organismos competentes da Nação e da Província.

Com os três centrais fotovoltaicas em operação, Salta teria em 2020 uma parcela maior geração renovável para 23% na matriz energética do nó, cinco anos antes do limite limite estabelecido na legislação que imponha a incorporação progressiva de geração renovável o país.

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